Com medo, mas com coragem!
junho 27, 2010
junho 18, 2010
junho 17, 2010
"Porque quando fecho os olhos, é você quem eu vejo; aos lados, em cima, embaixo, por fora e por dentro de mim. Dilacerando felicidades de mentira, desconstruindo tudo o que planejei, abrindo todas as janelas para um mundo deserto. É você quem sorri, morde o lábio, fala grosso, conta histórias, me tira do sério, faz ares de palhaço, pinta segredos, ilumina o corredor por onde passo todos os dias. É agora que quero dividir maças, achar o fim do arco-íris, pisar sobre estrelas e acordar serena. É para já que preciso contar as descobertas, alisar seu peito, preparar uma massa, sentir seus cílios.“Claro, o dia de amanhã cuidará do dia de amanhã e tudo chegará no tempo exato. Mas e o dia de hoje?” Não quero saber de medo, paciência, tempo que vai chegar. Não negue, apareça. Seja forte. Porque é preciso coragem para se arriscar num futuro incerto. Não posso esperar. Tenho tudo pronto dentro de mim e uma só sabe viver presentes. Sem esperas, sem amarras, sem receios, sem cobertas, sem sentido, sem passados."
(Caio Fernando Abreu)
junho 16, 2010
junho 14, 2010
As vezes nos chateamos com/por pessoas inuteis, insignificantes em nossas vidas, mas que dizem coisas que nos magoam de verdade. O bom é saber que quem verdadeiramente interessa, sabe, tem certeza. O resto, bem, o resto pouco me importa. Mas gostaria que esses pesquisassem mais antes de falarem sobre algo ou alguem que não conhecem.
Sinto sua falta sim, e é interesse, interesse de puro amor, meu por você, você por mim.
Estou morrendo de saudades!
Sinto sua falta sim, e é interesse, interesse de puro amor, meu por você, você por mim.
Estou morrendo de saudades!
junho 12, 2010
junho 10, 2010
junho 08, 2010
'como se houvesse entre aqueles dois,uma estranha e secreta harmonia';

No começo eram mãos que desgrenhavam os cabelos,apressadas,bocas muito vermelhas unidas por um desespero mútuo,doce;após alguns minutos eram trechos,eram poemas, eram frases de impacto, eram duas esperas desesperadas,eram dois relógios que haviam parado no tempo,que haviam se encontrado,finalmente,sem esperar,sem querer.Resquícios de desencontros ficando para trás, levemente.. Era uma moça e um rapaz.Dois jovens.Um beijo. Era um sim. Dois sins. Muitos sins,infinitos sins.
(thaís maia artmann)
Que coisa era aquela que;
-Escuta,ele disse,bem perto do meu ouvido, a boca vermelha no rosto pálido quase encostada na minha pele. Tive uma vontade quase incontrolável de beijá-lo outra vez. Era meio compulsivo, aquilo. Ou magnético, sei lá. Fluidos, odores quase imperceptíveis, vibrações. Que coisa era aquela que, independente da razão, atraía ou repelia as pessoas?
(Caio Fernando Abreu)
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